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Quando não Procuras Soluções culpas os outros…

Depois de ter percebido que sou inteiramente responsável pela minha vida, tive de aplicar este sentido a todas as suas vertentes. Acreditava com veemência que, assim que o tivesse feito, os meus esforços me dariam uma sensação de liberdade, de calma interior e, por último mas não menos importante, um novo sentimento à minha vida. Por isso, como podia estender o meu sucesso profissional à minha vida privada? Que mais precisava de aprender e de compreender? Como é que podia evitar as armadilhas comuns, onde tantos caímos?
Quando era criança, a minha família procurava sempre um bode expiatório quando as coisas corriam mal. Quem se esqueceu de fechar a porta? Quem empurrou aquela planta? Quem trouxe lama para dentro de casa? A maneira da minha família “resolver” problemas tornou-se a minha, na vida adulta. Comecei a perceber, contudo, que isto não só não era a solução, como também criava mais problemas.
Se procurava resultados positivos, teria de parar de procurar alguém para culpar sempre que algo corria mal. Precisava de identificar o problema – não a pessoa – e usar a minha energia para encontrar uma solução prática. Esta abordagem implicou resultados diferentes e muito satisfatórios, mas levei algum tempo a implementar esta nova forma de pensar.
É importante lembrar que as ideias novas são empolgantes, mas exigem tempo e esforço para criar raízes e dar frutos saudáveis.
Quando as coisas não resultam como planeamos, é fácil culpar outros ou as circunstâncias. É muito mais difícil encontrar a verdadeira origem do problema.
Tendo sido incapaz de adoptar esta atitude na minha vida privada, sentia-me impotente em relação aos problemas que vivia na relação com o meu companheiro. Para mim não havia dúvidas que ele era culpado. Não tinha consciência de que as pessoas e as relações podem crescer em direcções diferentes e tinha opiniões firmes sobre o que estava certo e errado.
Depois de partilhar com um amigo coach sobre a situação que vivia ele usou a seguinte metáfora:
“O teu namorado anda por linhas de caminho de ferro e tu andas por caminhos de terra cheios de vento”. O que significa que tínhamos seguido caminhos diferentes. A questão da culpa era irrelevante, não importava quem a tinha. Cada um de nós tinha de seguir o caminho que nos parecia individualmente certo e culparmo-nos um ao outro não levaria a um resultado construtivo.
Se quer criar uma vida mais pacífica e com mais sentido para si, pare de culpar os outros e, mais importante, para de se culpar.
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