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Quando a Desmotivação Bate à Porta no Teu Emprego….o que fazes?

Diogo, quadro de Topo comercial, tinha problemas de motivação e de linguagem não verbal, a nível de postura e imagem.
Era assim traçado o seu retrato profissional. A sua reacção perante as novas funções causou estranheza, ao ponto de se reanalisar a última avaliação de desempenho.
Diogo seguiu as recomendações do director de recursos humanos e decidiu experimentar o coaching Por se tratar de uma sugestão, foi agendada uma reunião conjunta entre o director de recursos humanos, o coach e o Diogo. Esta serviu para se conhecerem e esclarecer algumas dúvidas em relação à metodologia a usar.
A primeira sessão prolongou-se mais do que seria de esperar.
Diogo mostrou-se convicto de que não precisava de fazer coaching, querendo demonstrar que não tinha qualquer problema. Mas foi precisamente ao pretender explicitar que nada se passava, que surgiu a questão que escondia dos colegas e até de si mesmo.
O resultado foi a revelação da sua insatisfação com as novas funções que lhe tinham sido atribuídas. Achava que as novas responsabilidades não eram um reconhecimento de um bom desempenho profissional eram antes um castigo para o pôr à prova.
As novas responsabilidades criaram um medo de não conseguir responder às expectativas. Diogo, de natureza afável e simpática, demonstrava dificuldades em criar novos relacionamentos profissionais.
As sessões de coaching centraram-se nos caminhos de sucesso anteriores, a fim de consciencializar de que este receio não tinha razão de permanecer e que seria ultrapassável, como os outros.
No que respeitava à motivação, tratava-se de ir buscar forças antigas e de as transpor para o presente.
Diogo, consciente como era das novas responsabilidades, não demorou a conseguir materializar pensamentos e comportamentos positivos.
Podemos dizer que se tratou de uma crise de autoconfiança no caminho do progresso profissional. E ainda, da aceitação plena de que o novo percurso era toda uma oportunidade e não um correctivo como sentirá.
Trabalhou dois meses, sendo uma sessão por semana.
Foi deveras importante encontrar novos pontos de equilíbrio.
Tratava-se de olhar a realidade, e acertar metas, alinhando-as com o desejo de um desempenho profissional melhor.
Reflexões:
Um sentimento de descontentamento profundo pode ser uma causa fácil para criar problemas.
A desmotivação baseada na sensação de reprovação e na negação de uma realidade, pode provocar alterações emocionais graves e gerar novos problemas.
O coach propõe uma nova abordagem para esta maneira de pensar: aceitar uma realidade que sente desagradável e não se deixar alterar em excesso por ela equivale a reconhecer que a realidade existe, que é incomoda, que é irracional insistir em que não deveria ser assim e tentaremos mudá-la ou enfrentá-la de uma maneira mais eficaz.

Fonte: Maria Duarte Bello

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