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Qual é a diferença entre uma Crise e uma Mudança

Alguns acontecimentos na vida são completamente arrasadores: abalam-nos até ao âmago, destroem-nos e incineram o mundo que conhecíamos. A morte de um ente querido, um divórcio, ser despedido – todas estas situações podem ser muito traumáticas. Chamar-lhes pontos de viragem seria um eufemismo grosseiro. O conceito de dar a volta implica mudar por vontade própria quando atingimos um ponto na carreira em que nos sentimos prontos para um desafio e um impacto maior. Os acontecimentos traumáticos, que nos deixam a sensação de não estarmos bem na nossa própria pele, não costumam ser voluntários.
Certas situações acontecem-nos e requerem paciência compaixão, luto e por vezes terapia ou orientação espiritual para podermos recuperar. Exigem um período para nos isolarmos, processarmos e reorganizarmos. Há alturas em que é um enorme feito simplesmente acordar e levar o dia até ao fim. As crises costumam  requerer mais reflexão do que planeamento, embora nem toda a gente se possa dar ao luxo de conseguir fazer essas duas coisas em sequência. É provável que quem se encontre afectado por um trauma precise de tempo para se recompor antes de embarcar em etapas mais proactivas de dar a volta à situação.
Frequentemente, as experiências dolorosas também servem como potentes gritos de alerta que nos encorajam a reconstruirmo-nos numa direcção ainda mais autêntica. 
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