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O Poder das Crenças nas Suas Decisões

Aquilo em que acredita determina a forma como se comporta, o que diz e como julga as outras pessoas. Determina igualmente os resultados que obtém em tudo o que faz. Se acredita que a vida irá ser sempre uma luta, sê-lo-á sempre. Se acredita que as relações são trabalho duro, as probabilidades são de que cada relação que tenha não deixe de ter problemas.

Já terá ouvido a expressão “Ver para crer”, que sugere que assim que tiver experienciado alguma coisa, pode acreditar ser ela verdade. Por exemplo, se testemunhar um velhote a conduzir alegremente a menos de 50 km por hora numa zona de 90 isso poderá levá-lo à crença de que todas as pessoas de uma certa idade são condutores lentos ou maus e um estorvo na estrada.

Em que acredita?
Faça uma lista de coisas que acredita serem verdade na vida. 
Exemplos de crenças podem ser generalistas: “Acredito que o Sol nascerá de manhã”, “Acredito que viajar abre horizontes”; “Acredito que é importante deter o controlo”, “Acredito que é importante fazer o que se diz”, ou “Acredito que se deve sempre dar o exemplo”.
Destaque cinco das suas próprias crenças:
1 Acredito…
2 Acredito…
3 Acredito…
4 Acredito…
5 Acredito…
No mundo do coaching a expressão “Ver para crer” sofre frequentemente uma viragem completa para “Crer para ver”. De certa forma não importa como é que uma crença se foi alojar na sua cabeça mas o facto de lá estar afetará a sua vida uma vez que as suas crenças ditam o que escolhe ver. 
As suas crenças são usualmente generalizações destinadas a ajudá-lo a dar sentido ao mundo. Criar crenças fixas é uma forma de se poupar tempo e esforço futuro. Se toma uma decisão e cria uma crença, então pode manter essa crença, o que quer dizer não terá de fazer um julgamento sobre cada situação com que se depare. Se acreditar que todos os condutores de idade são maus condutores, não terá de tomar uma decisão sobre cada condutor de idade que se lhe depare. Sabe que são maus condutores e simplesmente ajusta os seu comportamento ao volante constantemente.
De modo similar, as crenças que mantém ajudam-no na sua interacção com as outras pessoas. Se mantém crenças especificas, é provável que se rodeie de pessoas que mantém crenças semelhantes. Se se depara com pessoas que mantêm crenças que são contrárias às suas, será menos provável que invista tempo nelas. Pense nisto agora e complete os seguintes exercícios.
Que crenças mantém que sejam comuns aos seus próximos?
Nome do amigo/conhecido                                           Crenças partilhadas
Se quiser testemunhar o poder das crenças em acção, durante um dia inteiro mantenha um registo das duas suas interacções com as outras pessoas e examine cada uma relativamente às suas crenças.
Leve em conta cada um com que contacte em pessoa ou ao telefone ou por email. Com quem se envolver e porquê? Que crenças partilhadas tem com este grupo?
A quem pouco passou cartão? Porque pensa não ter paciência para esse grupo? Talvez aconteça que todas essas pessoas com quem se entende bem partilhem a crença de que é importante ser-se pontual. Outras pessoas com quem não se entende bem manterão talvez a crença que de o trabalho de equipa não é importante, o que conta é o que cada individuo faz. Pense em como os outros se encaixam no seu sistema de crenças.
Com quem se entendeu bem hoje?
Como se relaciona esta interacção com as suas crenças?
A quem não dispensou grande tempo?
Como se relaciona isso com as suas crenças?
As perguntas acima são úteis na medida em que ajudam a explicar algumas das decisões e julgamentos que adopta sobre as pessoas e situações ao longo do dia. Destacam ainda quais das suas crenças mantém com mais força pois serão essas que mais frequentemente aparecerão como parte dos seus processos de tomada de decisões.
À medida que se familiariza com as suas crenças. pode ser claramente como elas dão forma a cada dia da sua vida. 

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