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Mães tóxicas

As mães tóxicas oferecem aos seus filhos um amor tóxico e imaturo. Projetam sobre eles toda a sua insegurança pessoal quando tentam se autoafirmar. Elas chamam mais a atenção pelo seu jeito controlador, mas por trás do comportamento de uma mãe tóxica, está o amor desmedido.

Sabemos que na hora de falar de amor existem dois lados da mesma moeda: de um lado está a dimensão que é capaz de proporcionar o crescimento pessoal. Do outro lado está o lado mais tóxico, reflexo de um amor egoísta e prejudicial. Muitas vezes asfixiante, e que pode ser completamente destrutivo. O preocupante é que os familiares não percebem a toxidade nem o que ela pode fazer às criaturas que ainda estão em pleno processo de amadurecimento pessoal. É exatamente nesta fase que a personalidade e a autoestima se afirmam. Tudo pode se transformar em grandes vazios, grandes inseguranças e, o pior, levar a situações em que a pessoa dificilmente será capaz de superar. O perfil das mães tóxicas:

Personalidade insegura

Em algumas ocasiões costumam esconder no comportamento de uma mãe tóxica a falta de autoestima e autossuficiência. Ao ver que seus filhos começam a ser autônomos, que  não necessitam tanto de superproteção e que, pouco a pouco, serão capazes de conduzir a sua vida, trazem a elas uma grande ansiedade e desconforto, pois têm medo de ficarem sozinhas. Daí que são capazes de criar “hábeis artimanhas” para continuar a ter os filhos bloqueados, chegando a justificar que agem assim para o bem deles. Este é um modo de projetar a sua falta de autoestima e a sua insegurança herdada, talvez, de uma mãe, pai ou parente tóxico. O mal da educação equivocada é a de que duplicamos os erros e acertos do passado. 

Obsessão pelo controle.

O controle em conduzir os filhos com a desculpa de carinho é o pior ato da superproteção. Impedimos com isso que os filhos sejam autônomos, capazes e valentes. E, ainda mais grave, que aprendam com os seus erros. Aprender com os próprios erros é uma sábia lição de vida. 

Projeção dos desejos não realizados.

“Quero que consiga o que não tive”. Não quero que caia nos mesmos erros que cometi”.

“Quero que chegue a ser aquilo que  não consegui”.

As vezes acontece isto com atletas, quando os pais projectam sonhos como “ser jogador de futebol” e conseguem ser uns autênticos treinadores de bancada tóxicos.

Faz a tua analise/ reflexão e podemos te ajudar a libertar deste “sufoco” emocional.

coachflaviagouveia@gmail.com

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