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Como o Fracasso potencia a Criatividade e a Inovação








“Sim, não pode existir inovação, aprendizagem ou criatividade sem fracasso. Mas fracassar é doloroso. Alimenta os “eu podia” e “eu devia”, o que , muitas vezes a crítica e a vergonha estejam à espera para nos apanhar.
Sim, concordo com Tennyson, que escreveu: É melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado de todo”. Mas um coração partido deixa-nos sem fôlego, e as sensações de perda e de saudade podem fazer com que seja muito dificil levantarmo-nos de manhã. Aprender a confiar e querer amar de novo pode parecer impossível.
Sim, se nos interessarmos o suficiente e ousarmos o suficiente, haveremos de conhecer a desilusão. Mas nesses momentos em que a desilusão se apodera de nós e estamos a tentar desesperadamente ultrapassar o que vai acontecer, a morte das nossas expectativas pode ser inacreditavelmente dolorosa.
Quando vejo alguém defender plenamente a sua verdade, ou quando vejo alguém cair, levantar e dizer: “Raios. Esta doeu mesmo, mas foi importante para mim e vou voltar à luta” -, a minha reação instintiva é: Este é um dos duros”.
Existem atualmente demasiadas pessoas que, em vez de sentir a dor preferem encenar a sua dor, em vez de admitir a dor, estão a infligir dor a terceiros. Em vez de arriscar sentirem-se desiludidas, escolhem viver desiludidas.
Para mim, o verdadeiro durão é aquela pessoa que diz: “A nossa familia está mesmo a sofrer. Gostávamos de contar com o vosso apoio”. E o homem que diz ao seu filho: “Não faz mal estares triste. Acontece a todos. Só temos é que falar sobre isso. E a mulher que diz: a nossa equipa perdeu. Temos de parar de atribuir culpas e conversas a sério sobre o que aconteceu, para podermos resolver a questão e avançar. Aqueles que aceitam o desconforto e a vulnerabilidade e contam a verdade sobre as suas histórias são os verdadeiros durões.
Precisamos de uma grande quantidade de durões dispostos a ousar, cair, procurar o caminho através de emoções difíceis e levantarem-se de novo.”