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5 regras para auto conhecimento



1. Cuida de ti

Todos nós temos um lado escuro. Todos nós temos fragilidades, somos todos imperfeitos.
Contudo podemos desenvolver mecanismos para que possamos sentir amor-próprio.
O que é que fazes para sentir alegria, paixão, garra?
O que significa para ti cuidares de ti?

2. Não te compares com os outros – ou mesmo a ti mesmo
 “Comparação não dá satisfação”.

Quando começamos a comparar-nos com os outros, corremos o risco muito alto de basear o nosso valor próprio sobre o que outras pessoas dizem, fazem ou conseguem.

Mesmo que sejas muito bom naquilo que fazes, provavelmente alguém algures no mundo é superior a ti, e daí?

Haverá algumas coisas na vida nas quais não és realmente bom. Nelson Évora provavelmente poderia saltar os 100 metros mais rápido do que eu.
O facto de todos exploramos talentos variados tornamos seres incríveis e diferentes.

Existe uma expressão muito comum:

“Se tens de te comparar, compara apenas contigo porque ao menos consegues controlar”.
Será que consegues mesmo controlar?

Não sei se acontece contigo mas à 10 anos atrás conseguia aguentar uma “noite em branco”, neste momento às 24h já estou cheia de sono.
Será que nós somos exactamente a mesma pessoa que éramos a 5 anos atrás?
Estamos em constante mudança, pelos desafios que temos, pelas pessoas que se cruzam na nossa vida como tal, cai na comparação do que já fomos pode ser um grande erro.

3. Conhece os teus valores fundamentais

Existe um exercício muito interessante sobre os valor que é extremamente revelador quando às decisões e ao foco.
Quando não existe consciência sobre os principais valor pode haver a procastinação e  ausência de motivação e falta de clareza.
“Viver a vida de acordo com os teus valores pessoais dá motivação, esclarece opções de vida, clarifica objectivos e metas”.
Partilho contigo o exemplo de vários valores:
– Honestidade;                                                      – Paz Interior;
– Amor;                                                                 – Reconhecimento;
– Amizade;                                                            – Aventura;
– Felicidade;                                                          – Harmonia;
– Alegria;                                                               – Beleza;
– Estabilidade Financeira;                                     – Perdão;
– Integridade;                                                        – Justiça;
– Gratidão;                                                            – Confiança;
– Luxo;                                                                 – Sucesso;
– Liberdade;                                                         – Independência;
– Disponibilidade;                                                – Satisfação;

a) O que é que para ti importante na vida?
b) Continua a fazer a mesma pergunta até conseguires ter 6/8 valores pessoais
c) Depois de teres 6/8 compara:
Para ti é mais importante Amor ou Perdão?
Repete a pergunta com os outros valores e atribui pontos;
d) Verifica a pontuação final e escreve a lista dos valores pessoais de forma descendente, isto é, do mais pontuado para o menos pontuado. A ordem dos valores mostra a influência dos mesmos na vida do indivíduo e assim elucida escolhas, atitudes, conflitos, etc.

Os objectivos e metas pessoais são o veículo usado por cada pessoa para viver os seus próprios valores. Ligar objectivos a valores pode ser uma força motivadora muito poderosa.

4. Aceita as tuas “falhas”
Já ouviste alguém dizer: ‘Falha não é uma opção’?
A falha é sempre uma opção e favorece o nosso crescimento pessoal, emocional, profissional.

Todos nós já ouvimos histórias de pessoas que marcaram o mundo sobre “erros”, “falhas” mas nunca desistiram.
Edison falhou muitas vezes na tentativa de fazer o filamento eléctrico para a lâmpada mas a convicção dele levou a procura de novas soluções.

5. Adopta novas crenças

As tuas crenças possuem um poder muito grande em ti, para o bem e para o mal.
Existem crenças que acreditas que são tuas mas são absolutamente falsas, tal como existem outras que não acreditas e demonstras que são verdadeiras.
A dica que dou sempre sobre as crenças é pensares no que está a te impedir de explorar mais o teu verdadeiro potencial.
Tens a crença de que existe algo que realmente está fora do teu alcance?
É exactamente ai que deves explorar e te desafiar. A tua “mente” já disse várias vezes que não és capaz, cabe a ti mudar essa crença para algo mais possibilitador.

O auto-conhecimento pode ser muito difícil, especialmente se entrares num ciclo vicioso que tens de “melhorar”. Recentemente fui beber café com uma amiga que estava triste porque terminou uma relação e tomou consciência que tinha de “trabalhar muitas coisas nela”. Aceitar que podemos falhar permite que possamos criar uma nova oportunidade para experimentar novos caminhos, ideias, etc.

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